Fisiolice - Consultório de Fisioterapia

terça-feira, 29 de março de 2016

Olá! Vamos falar de Postura?

Quanto tempo não escrevo pro Blog do consultório, né!? Rsrs

Bem, vamos falar um pouco de RPG... Mas, o que é RPG?

Reeducação Postural Global! :)

Pois é! RPG trabalha a postura! A postura de repouso. Não adianta você ficar o dia todo tentando se arrumar na cadeira do trabalho ou no carro, se o problema é tônus muscular. É necessária uma técnica que trabalhe exatamente isso!!!

E o melhor de tudo, trata o paciente integralmente, levando em conta seus aspectos psico-comportamentais, orgânicos-viscerais e claro, músculo-esqueléticos.

Dentro dessa técnica podemos atender pacientes pediátricos, ortopédicos e neurológicos!

RPG é ótimo pra pacientes que tem dores nas costas! Marque já sua sessão! Cuide do seu corpo, afinal, você mora nele!  

  
 Imagens exibidas com autorização da paciente e responsáveis
Fonte: Fisiolice

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Muito prazer eu sou o seu sintoma

Já pensou se o seu sintoma tivesse a chance de te escreve um carta? Garanto que seria alguma coisa assim:
“Olá, tenho muitos nomes: dor de joelho, abscesso, dor de estômago, reumatismo, asma, mucosidade, gripe, dor nas costas, ciática, câncer, depressão, enxaqueca, tosse, dor de garganta, insuficiência renal, diabetes, hemorroidas e a lista continua. Ofereci-me como voluntário para o pior trabalho: ser o portador de notícias pouco agradáveis para você.
Você não entende, ninguém me compreende. Você acha que eu quero lhe incomodar, estragar os seus planos de vida, todo mundo pensa que desejo atrapalhar, fazer o mal, limitar vocês. E não é assim, isso seria um absurdo. Eu o sintoma, simplesmente estou tentando lhe falar numa linguagem que você entenda.
Vamos ver, me diga alguma coisa. Você negociaria com terroristas, batendo na porta com uma flor na mão e vestindo uma camiseta com o símbolo da “paz” impresso nas costas? Não, certo?
Então, por que você não entende que eu, o sintoma não posso ser “sutil” e “levinho” quando preciso lhe passar uma mensagem. Me bate, me odeia, reclama de mim para todas as pessoas, reclama de minha presença no seu corpo mas, não para um minuto para pensar e raciocinar e tentar compreender o motivo de minha presença no seu corpo.
Apenas escuto você dizer: “Cala-te”, “vá embora”, “te odeio”, “maldita a hora que apareces-te”, e muitas frases que me tornam impotente para lhe fazer entender mas, devo me manter firme e constante, porque devo lhe fazer entender a mensagem.
O que você faz? Manda-me dormir com remédios. Manda-me calar com sedativos, me suplica para desaparecer com anti-inflamatórios, quer me apagar com quimioterapia. Tenta dia após dia, me calar. E me surpreendo de ver que às vezes, até prefere consultar bruxas e adivinhos para de forma “mágica” me fazer sumir do seu corpo.
A minha única intenção é lhe passar uma mensagem, mesmo assim, você me ignora totalmente.
Imagine que sou a sirene do Titanic, aquela que tenta de mil maneiras avisar que tem um iceberg na frente e você vai bater com ele e afundar. Toco e toco durante horas, semanas, meses, durante anos, tentando salvar sua vida, e você reclama que não deixo você dormir, que não deixo você caminhar, que não deixo você trabalhar, ainda assim continua sem me ouvir…
Está compreendendo?
Para você, eu o sintoma, sou “A doença”.
Que absurdo! Não confunda as coisas.
Aí você vai ao médico e paga por tantas consultas.
Gasta um dinheiro que não tem em medicamentos e só para me calar.
Eu não sou a doença, sou o sintoma.
Por que me cala, quando sou o único alarme que está tentando lhe salvar?
A doença “é você”, é “o seu estilo de vida”, são “as suas emoções contidas”, isso que é a doença e nenhum médico aqui no planeta terra sabe como as combater, a única coisa que eles fazem é me atacar, ou seja, combater o sintoma, me calar, me silenciar, me fazer desaparecer. Tornar-me invisível para você não me enxergar.
É bom se você se sentir incomodado por estar lendo isso, deve ser algo assim como um “golpe na sua inteligência”. Está certo se estiver se sentindo frustrado, mas eu posso conduzir o teu processo muito bem e o entendo. De fato, isso faz parte do meu trabalho, não precisa se preocupar. A boa notícia é que depende de você não precisar mais de mim, depende totalmente de você analisar o que tento lhe dizer, o que tento prevenir.
Quando eu, “o sintoma” apareço na sua vida, não é para lhe cumprimentar, é para lhe avisar que uma emoção contida no seu corpo, deve ser analisada e resolvida para não ficar doente. Deveria se perguntar a si mesmo: “por que apareceu esse sintoma na minha vida”, “que pretende me alertar”? Por que está aparecendo esse sintoma agora?
Que devo mudar em mim?
Se você deixar essas perguntas apenas para sua mente, as respostas não vão levar você além do que já vem acontecendo há anos. Deve perguntar também ao seu inconsciente, ao seu coração, às suas emoções.
Por favor, quando eu aparecer no seu corpo, antes de procurar um médico para me adormecer, analise o que tento lhe dizer, verdadeiramente, por uma vez na vida, gostaria que o meu excelente trabalho fosse reconhecido e, quanto mais rápido tomar consciência do porquê do aparecimento no seu corpo, mais rápido irei embora.
Aos poucos descobrirá que quanto melhor analisar, menos lhe visitarei. Garanto a você que chegará o dia que não me verá nem me sentirá mais. Conforme atingir esse equilíbrio e perfeição como “analisador” de sua vida, de suas emoções, de suas reações, de sua coerência, não precisará mais consultar um médico ou comprar remédios.
Por favor, me deixe sem trabalho.
Ou você acha que eu gosto do que eu faço?
Convido você para refletir sobre o motivo de minha visita, cada vez que eu apareça.
Deixe de me mostrar para os seus amigos e sua família como se eu fosse um troféu.
Estou farto que você diga:
“Então, continuo com diabetes, sou diabético”.
“Não suporto mais a dor no joelho, não consigo caminhar”.
“Aqui estou eu, sempre com enxaqueca”.
Você acha que eu sou um tesouro do qual não pretende se desapegar jamais.
Meu trabalho é vergonhoso e você deveria sentir vergonha de tanto me elogiar na frente dos outros. Toda vez que isso acontece você na verdade, está dizendo: “Olhem que fraco sou, não consigo analisar, nem compreender o meu próprio corpo, as minhas emoções, não vivo coerentemente, reparem, reparem!”.
Por favor, tome consciência, reflita e aja.
Quanto antes o fizer, mais cedo partirei de sua vida!
Atenciosamente,
O sintoma.”


Autor desconhecido

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

ESTÉTICA CORPORAL - Projeto verão 2015


Objetivos dos tratamentos Corporais 


- melhor e definir os contornos corporais por

meio de redução de medidas,

- combate à celulite,

- combater a flacidez,

- reduzir a gordura localizada e a retenção

de liquido.

- melhorar a circulação,

- promover relaxamento corporal.


Estéticos:

IMPORTANTE: AVALIAÇÃO PRÉVIA

BOM RESULTADO: alimentação

balanceada + prática de atividade física.



TIPOS DE MASSAGENS:

 1. DRENAGEM LINFÁTICA CORPORAL 

BENEFÍCIOS

- redução da retenção de líquido;

- ativação da circulação sanguínea;

- combater a celulite;

- eliminar resíduos metabólicos;

- relaxamento corporal


2. MASSAGEM MODELADORA

TÉCNICAS: movimentos firmes, rápidos e intensos.

BENEFÍCIOS: melhora da oxigenação dos tecidos, melhora da textura da pele,

modelagem corporal e redução de medidas.

GRÁVIDAS PODEM FAZER

Não só podem como devem! O edema, ou

retenção de líquidos, é um problema comum

na gravidez, e a drenagem é perfeita para

DRENAGEM??

reduzir esse incomodo. Combate a celulite

e as estrias, diminui bastante o inchaço

corporal ao final do dia.


3. MASSAGEM REDUTORA

TECNICA: movimentos intensos, rápidos e suaves.

BENEFÍCIOS: atua na modelagem corporal, combate as celulites e ajuda na redução

de medidas ativa a circulação sanguínea e auxilia no processo de redução de

medidas, eliminando as toxnas.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Acupuntura

Há mais de 5 mil anos,  os chineses utilizam a Acupuntura para a cura e tratamentos vários problemas de saúde . Essa técnica é um ramo da medicina tradicional chinesa (MTC) baseada na existência da energia vital denominada “Qi ou Ki”, que circula por todo o corpo e é responsável por gerar o estado de saúde (bom ou não) de uma pessoa.
A Acupuntura atua nos fatores que causam o desequilíbrio e, com isso, tenta restabelecer a fluidez energética do paciente
Primeiramente, o paciente se submete a uma avaliação minuciosa de seu quadro. Em seguida são decididos quais pontos estratégicos serão trabalhados para obter o efeito terapêutico desejado.
Após a avaliação é decidido qual material será utilizado ,se com agulhas, moxas, cristais radiônicos, imãs ou sementes e, com a estimulação desses pontos, permitimos a ativação ou sedação da energia que circula ao longo dos meridianos (canais de energia).
 Nenhuma doença existe isoladamente, sempre está associada a algum desequilíbrio geral que, quando tratado com a acupuntura, é observado uma melhora do paciente como um todo.




Acupuntura na Estética Corporal

No processo de emagrecimento a Acupuntura atua no equilíbrio do metabolismo hormonal, além das funções gástricas, hídricas, intestinais e emocionais. Irá controlar a ansiedade, a compulsão alimentar, acelerando o metabolismo e fazendo o corpo gastar mais energia mesmo enquanto está parado.
Durante o tratamento há uma melhora da circulação sanguínea, linfática e energética da pele, além do tônus muscular, que vai se tornando mais nutrido e firme. Obviamente, cada corpo tem suas particularidades e responde de forma diferente, mas quem faz dieta, pratica uma atividade física regularmente e utiliza a Acupuntura, consegue alcançar a sua meta e mantê-la mais rapidamente em função do reequilíbrio conquistado pelo tratamento chinês.

Confira abaixo alguns dos problemas de saúde que você também pode reduzir ou eliminar com o auxílio da acupuntura para adultos e crianças:

- respiratórios: rinite, sinusite
- digestivos: gastrite, esofagite, azias, má digestão, vômitos.
- distúrbios menstruais: cólicas, menstruação irregular, sintomas da menopausa
- dores em geral: dor crônica,  fibromialgia,  artrite reumatóide, osteoartrite,tendinites, enxaqueca, dores musculares.
 - distúrbios do sono
- incontinência urinária
- emocionais: depressão, ansiedade, síndrome do pânico, estresse.
- tratamento contra vícios: tabagismo e alcoolismo.
- controle de diabetes,
hipo e hipertireoidismo
- falta de memória
-baixa imunidade.
- falta de concentração.
- hipertensão
- zumbido, labirintite, vertigem.
- Intestino lento
- seqüelas neurológicas
- traumas esportivos
- nervo ciático.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

O Poder Das Emoções Contra A Dor

Aquele gesto simples de dar um beijinho no filho quando ele machuca o joelho é muito mais do que um ato instintivo. Ele de fato é capaz de aliviar a dor, assim como outros recursos não convencionais, incluindo aí o uso da imaginação e do bom humor. É isso o que estão revelando as novas pesquisas sobre a dor e sua relação com as emoções. Cada um a seu modo, os trabalhos demonstram que a associação é mais forte do que se imaginava. Dessa forma, as constatações inauguram uma outra maneira de encarar e de tratar o sofrimento, na qual os sentimentos não podem ser desprezados.
As evidências mais recentes do vínculo entre dor e emoção foram apresentadas na última semana. Nos EUA, cientistas da Universidade da Califórnia divulgaram um estudo no qual verificaram que o amor é capaz de aliviar a dor. Em um experimento interessante, eles constataram que o simples pensamento em uma pessoa querida reduz o desconforto. Para chegar a essa conclusão, eles reuniram 25 estudantes da instituição que mantinham um namoro há mais de seis meses.
As jovens passaram pela seguinte experiência: enquanto recebiam um estímulo doloroso, olharam a foto do namorado, de um estranho e de uma cadeira. “Quando estavam diante da figura do parceiro, manifestaram muito menos dor”, contou Naomi Eisenberger, diretora do Laboratório de Neurociência Afetiva e Social da universidade. Depois, a situação foi repetida, mas desta vez as estudantes seguraram a mão do namorado, de um estranho ou uma bola de tênis. E a dor também foi mais branda quando sentiam o toque da pessoa amada.
O outro dado veio do Canadá. Lá, cientistas da Universidade de Montreal verificaram que o cérebro pode ampliar a sensação na presença de sentimentos negativos. Eles colocaram 13 voluntários diante de imagens felizes (a prática de esqui em um lago, por exemplo), amedrontadoras (um urso enfurecido) e neutras (livros). Assim que viam cada uma das categorias, recebiam choques elétricos levemente dolorosos. Os pesquisadores registraram maior atividade da área cerebral vinculada à dor quando os participantes tinham emoções ruins, como o medo. E os voluntários de fato disseram sofrer mais nessas circunstâncias. “Quando você está de bom humor, seu cérebro envia sinais para o corpo que reduzem a transmissão dos sinais dolorosos para as regiões do próprio cérebro onde a sensação será processada”, explicou à ISTOÉ Mathieu Roy, autor do trabalho. Este mesmo mecanismo ajuda a explicar as conclusões de outro estudo, conduzido nas universidades de Duke e da Carolina do Norte, ambas nos EUA. Publicado no jornal científico “Pediatrics”, o trabalho analisou a eficácia de um método cujo objetivo é estimular a imaginação para combater a dor. Ele foi batizado de imaginação guiada. Os cientistas selecionaram 29 crianças com queixa de dor abdominal crônica de causa indefinida. Parte usou os remédios tradicionais. O outro grupo fez sessões do novo método diariamente, durante oito semanas. Eles ouviam CDs criados para incentivar a imaginação. Um, por exemplo, estimulava os pequenos a se verem flutuando em nuvens ou a pensar em coisas como uma pedra brilhante e aquecida que, quando colocada sobre o abdome, trazia alívio. O efeito da imaginação foi impressionante. Entre as que usaram o recurso, 73% reportaram que a intensidade da dor havia sido reduzida à metade. Apenas 26% das crianças tratadas com as medicações tradicionais experimentaram o mesmo benefício. “As conclusões mostraram que a imaginação é um recurso eficaz, acessível e sem custo para tratamento da dor”, disse Miranda van Tilburg, professora da Divisão de Gastroenterologia da Universidade da Carolina do Norte e coordenadora do trabalho.
No Brasil, a valorização das emoções começa a ganhar corpo. Em São Paulo, o terapeuta corporal Pedro D´Amico usa a técnica da visualização para ajudar. A comerciante Mônica Menezes, 34 anos e grávida de oito meses, recorreu ao método para vencer as dores de cabeça que a atormentaram por cinco anos. “Os médicos não achavam uma causa física para o problema”, conta. “Mas percebi que ela surgia quando enfrentava contrariedades. Era uma consequência do modo como lidava com as emoções. Por isso, quando acordava triste, imaginava o calor e a luz do sol entrando em mim.”

segunda-feira, 4 de março de 2013

Fisioterapia pode reduzir risco de depressão pós-parto



Serotonina e ativação da área do cérebro responsável pelo afeto explicam a redução




Uma pesquisa realizada pela Associação Americana de Fisioterapia e publicada na revistaPhysical Therapy, exercícios de fisioterapia podem reduzir as chances de depressão pós-parto. Para chegar a essa conclusão, a universidade recrutou 161 mulheres que tinham dado à luz recentemente. As participantes foram divididas aleatoriamente em três grupos.

O primeiro era composto por 62 delas, que se comprometeram a fazer com seus bebês, uma vez por semana durante dois meses, exercícios físicos orientados por um fisioterapeuta, além de cumprir 30 minutos de aula de educação parental com profissionais da saúde.

O segundo, com 73 voluntárias, recebeu apenas o material escrito de educação. O último, com 26, não teve qualquer intervenção. Todas as mulheres foram avaliadas no início do projeto, após oito semanas e, então, quatro meses mais tarde, tiveram que responder questionários sobre bem-estar, depressão e quantidade de exercícios físicos. 
O número de pacientes identificadas com chance de ter depressão pós-parto foi reduzido em 50%. Já nas que não receberam o acompanhamento fisioterapêutico, os índices não se alteraram.

Nas mães que receberam só as aulas de educação parental, houve pequena redução dos casos, apenas 5%, mas nada muito significativo. 
Para os pesquisadores, isso acontece porque quando mãe e bebê praticam atividades físicas juntos compartilham sentimentos e ativam a área do cérebro responsável pelo afeto e produzem mais serotonina, causando mais prazer na convivência entre eles.

Porém, os médicos alertam para a importância da escolha certa de exercícios para não causar efeitos distintos. 

FONTE: http://www.minhavida.com.br

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Gel à base de células-tronco é esperança para joelhos artríticos


Médicos estão usando um tipo de gelatina feita com base em células-tronco para tratar de joelhos artríticos. Extraídas do sangue de cordões umbilicais doado, as células têm se mostrado aliadas na reconstrução da cartilagem danificada. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail. Um pequeno estudo mostrou que um único tratamento trouxe 67% de melhora na reparação da cartilagem, e os pesquisadores acreditam que isso pode se tornar uma alternativa às cirurgias. Dois ensaios clínicos estão em curso para a avalição dos efeitos.
A cartilagem atua como uma amortecedor das juntas, e proporciona uma superfície lisa que permite que os ossos deslizem suavemente um sobre o outro. No entanto, essa camada pode quebrar com o desgaste ao longo dos anos, trazendo dor e inchaço, uma condição conhecida como osteoartrite.
Uma vez danificada, a cartilagem articular nao se renova sozinha facilmente como outros tecidos, se tornando mal irrigada pelo sangue por meio de vasos e nervos. Os tratamentos tradicionais incluem analgésicos, fisioterapia e esteróides, ou, ainda, a substituição parcial ou total dos joelhos. Cerca de 40 mil destes procedimentos levam um ano, mas a esperança é que as células-tronco reduzam este tempo.
As células-tronco são como folhas em branco, e podem se transformar em uma variedade de outras células no corpo. Algumas podem ser encontradadas naturalmente no joelho mas, ao mesmo tempo que podem se transformar em células de cartilagem, elas diminuem com a idade e se tornam menos eficientes, sendo incapazes de combater os danos.
Para superar isso, os cientistas extraem as células-tronco do joelho, aumentam seu número em laboratório e implatam novamente no joelho. No entanto, devido ao número limitado de células-tronco disponíveis, este procedimento parece apenas reconstruir áreas pequenas.
O tratamento mais novo nestes sentido é baseado em células-tronco extraída de sangue de cordões umbilicais doados. Elas são muito mais ativas do que células adultas, e testes feitos com animais mostram que são melhores na produção de cartilagem.
Algumas mães concordam em doar o cordão umbilical após o nascimento para ajudar outras pessoas. As células-tronco são removidas do sangue e depois crescem em laboratório e são transformadas em uma espécie de gel. Os ortopedistas usam técnicas de cirurgia minimamente invasivas para colocar o gel dentro das áreas danificada. 
Os pesquisadores disseram que a técnica pode servir perfeitamente para pacientes mais velhos e também para grandes áreas danificadas.De acordo com Alan Silman, diretor médico do Arthristis Research do Reino Unido, disse que usar as células-tronco como fonte para regereção da cartilagem tem um grande potencial. “Embora a tecnologia ainda esteja um pouco distante do uso na rotina, esta é uma área de pesquisa com atividade substancial que poderia fornecer uma alternativa para a substituição da cirurgia no futuro”, observou.


FONTE: TERRA

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Opostos ao efeito placebo, medo e estresse causam doenças


O efeito nocebo ocorre quando se tem medo de uma doença ou do tratamento a ser enfrentado Foto: Getty Images
O efeito nocebo ocorre quando se tem medo de uma doença ou do tratamento a ser enfrentado
Foto: Getty Images

Ler a bula dos remédios ou pesquisar sintomas na internet pode levar ao perigoso efeito nocebo. Excesso de informação faz com que paciente inconscientemente desenvolva doenças por medo, alerta neurologista.
"A expectativa determina o desenvolvimento de doenças", afirma o neurologista Magnus Heier. Ele também é jornalista científico e estuda a influência do subconsciente nos seres humanos. O que esperamos tem grande influência sobre o desenvolvimento de doenças, diz o especialista. Segundo Heier, podemos criar sintomas ou fazê-los desaparecerem.
Quem lê um artigo que diz que as radiações eletromagnéticas das antenas de celulares provocam doenças pode sentir dor de cabeça mesmo que a antena esteja desligada, afirma o neurologista. Um paciente com câncer pode morrer muito mais rápido caso esteja convencido de que lhe restam apenas poucos meses de vida, mesmo que, de acordo com o diagnóstico, o tumor não esteja mais crescendo. Este é o chamado efeito "nocebo", sobre o qual Heier escreveu um livro.
O medo provoca estresse, e o estresse causa doenças
"O efeito [nocebo] ocorre sobretudo quando se tem medo de uma doença ou do tratamento a ser enfrentado. Os efeitos colaterais ficam, então, muito mais fortes", diz Heier. "Pacientes com câncer começam a se sentir mal quando entram na sala da quimioterapia, porque inconscientemente esperam sentir náusea após a sessão."
Medo significa estresse para o corpo e pode debilitar o sistema imunológico. Assim, o corpo fica mais suscetível a infecções, e surgem dores que não deveriam exisitir, explica o especialista.
Outros estudos confirmam tal fenômeno, como os realizados por médicos das clínicas universitárias de Regensburg e Tübingen. Winfried Häuser, Emil Jansen e Paul Enck publicaram estudos sobre o efeito nocebo entre 1960 e 2011 em todo o mundo, tendo verificado e compilado os resultados obtidos.
Nocebo e placebo
O termo nocebo, em latim, significa "fazer mal," enquanto placebo significa "agradar". Trata-se basicamente do mesmo efeito, só que um é negativo e o outro, positivo. Ambos afetam as pessoas no ponto que elas menos podem controlar: o subconsciente.
Um placebo gera a convicção de que o paciente será ajudado. Muitas vezes, um medicamento que não contém nenhuma substância ativa, como uma simples solução de água com açúcar, tem o mesmo efeito que um medicamento de verdade.
O efeito placebo foi estudado a fundo. Ao ser pesquisado na biblioteca virtual do Ministério de Saúde dos EUA, o termo aparece quase 160 mil vezes. Já nocebo aparece apenas 180 vezes. Na Alemanha, o efeito negativo começou a receber atenção somente nos últimos anos.
Muita informação
"Se detecto em um paciente um leve estreitamento da artéria carótida – nada relevante, apenas um pequeno estreitamento – e faço o diagnóstico, sempre que o paciente tiver uma tontura, vai associá-la ao problema. Todo mundo sente tontura de vez em quando, mas o paciente fica com aquilo na cabeça, o diagnóstico fica ancorado em seu subconsciente," afirma Heier.
Quando alguém tem medo de desenvolver um tumor, talvez não o desenvolva, mas o estresse pode deixar o paciente suscetível a outra doença. O efeito nocebo geralmente ocorre quando recebemos muita informação e não conseguimos ordená-las corretamente, especialmente ao buscar na internet por doenças e sintomas.
Já a bula dos remédios lista todos os possíveis efeitos colaterais, mesmo que alguns raramente se manifestem, ou seja, em algo como um em cada dez mil pacientes. As empresas farmacêuticas são, porém, obrigadas a detalhar todas as possibilidades.
Comunicação eficiente
Quem ficar preocupado ou tiver medo dos efeitos colaterais não deve simplesmente jogar o remédio no lixo ou se autodiagnosticar na internet. O melhor a fazer é consultar um médico, alerta Heier.
No entanto, até mesmo a comunicação médico-paciente pode desencadear medos no paciente, se o médico não for cuidadoso. "Uma conversa pode ter muita influência", afirma Sasa Sopka, anestesista e diretor do centro de treinamento em educação médica da Universidade de Aachen.
O assunto, que já é tema de estudo dos estudantes de Medicina dos EUA há 30 anos, começou a fazer parte do currículo das universidades alemãs somente nos últimos anos. A disciplina Comunicação com pacientes é obrigatória na Universidade de Aachen desde 2005. "Nas aulas, fica claro que se pode alterar ou até influenciar negativamente os pacientes, caso a conversa não prossiga da maneira adequada", diz Sopka.
Não escutar com atenção, não fazer contato visual, não levar o paciente a sério ou intimidá-lo pode ser nocivo. O médico também tem que ter cuidado para não usar um tom negativo e criar desconforto. Tudo isso pode ocorrer devido à falta de tempo, à pressão no trabalho ou porque os médicos querem ser transparentes sobre os possíveis riscos de um tratamento ou operação.
Caso se sinta alguma dor, se deve procurar um médico, enfatiza Heier. Exames preventivos também são indicados. Todo o resto deve ser feito com cautela, pois não se pode subestimar o efeito de bulas de remédios ou diagnósticos médicos na internet sobre o subconsciente

Fonte: Terra
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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Conheça 8 tipos de óleos que fazem bem para a saúde



Com 82% de gordura monoinsaturada e 7% de gordura saturada, a avelã é saudável para o coração Foto: Getty Images
Com 82% de gordura monoinsaturada e 7% de gordura saturada, a avelã é saudável para o coração


Está de olho na saúde e em ingredientes que façam bem? Então, saiba que, na hora de escolher o azeite, deve optar por baixos níveis de gordura saturada, combinados a altos níveis de gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas. 
 
Também procure por ômega-3 e ômega-6. Confira abaixo a lista dos oito óleos mais saudáveis, segundo o jornal Huffington Post, com dados da Clínica Cleveland, nos Estados Unidos. 
 
Amêndoa
Gordura saturada: 7%
Gordura monoinsaturada: 65%
Gordura poli-insaturada: 28%
 
Com um elevado índice de gordura monoinsaturada e baixo de saturada, óleo de amêndoa é um dos mais saudáveis.
 
Abacate
Gordura saturada: 17%
Gordura monoinsaturada: 65%
Gordura poli-insaturada: 18%
 
Óleo de abacate é um pouco mais elevado em gordura saturada, mas pode ajudar na prevenção de doenças da gengiva, o que o torna uma boa opção. 
 
Avelã
Gordura saturada: 7%
Gordura monoinsaturada: 82%
Gordura poli-insaturada: 11%
 
Com 82% de gordura monoinsaturada e 7% de gordura saturada, é saudável para o coração. 
 
Linhaça
Gordura saturada: 7%
Gordura monoinsaturada: 65%
Gordura poli-insaturada: 28%
 
O óleo de linhaça tem pouca gordura saturada e bastante mono e poli-insaturada, além de ser uma excelente fonte de uma importante base de plantas ômega-3: ácido alfa-linolênico (ômega-3).
 
Noz
Gordura saturada: 9%
Gordura monoinsaturada: 24%
Gordura poli-insaturada: 67%
 
Óleo de noz é uma grande fonte de ômega-3 e ômega-6, que ajudam a proteger o coração e a reduzir o risco de alguns tipos de câncer.
 
Oliva
Gordura saturada: 14%
Gordura monoinsaturada: 78%
Gordura poli-insaturada: 8%
 
O mais conhecido dos óleos mais saudáveis, o azeite de oliva extravirgem tem fama por seu papel na proteção do coração por aumentar o colesterol bom (HDL). Também pode ajudar a diminuir o risco de câncer.
 
Cânhamo
Gordura saturada: 10%
Gordura monoinsaturada: 15%
Gordura poli-insaturada: 75%
 
Uma rica fonte de ômega-3, óleo de cânhamo é uma ótima opção para cozinhar, mas requer refrigeração.
 
Semente de uva
Gordura saturada: 10%
Gordura monoinsaturada: 17%
Gordura poli-insaturada: 73%
 
Alta de fornecer ômega-6, é um óleo versátil e barato.

FONTE: TERRA
 

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Nova esperança contra os sinais do tempo: Cientistas conseguem regenerar cartilagem com células-tronco de joelho



Cientistas das universidades espanholas de Granada e Jaén demonstraram pela primeira vez que as células-tronco retiradas do joelho de pacientes com osteoartrite são capazes de regenerar a cartilagem danificada, informou a Universidade de Granada em comunicado.

A osteoartrite - ou artrite degenerativa - é uma doença comum em pessoas de meia idade que leva à perda da cartilagem que recobre as articulações e cuja função é proteger e amortecer o contato dos ossos.
A equipe de cientistas, coordenada pelo professor Juan Antonio Marchal Currais e através de um projeto de excelência, pesquisam como células-tronco podem reparar a cartilagem danificada em pacientes que têm a doença.
Para isso, em colaboração com o Hospital Clínico Universitário de Granada e o Banco Setorial de Tecidos de Málaga, ambos na Andaluzia, isolaram as células-tronco da gordura localizada na articulação do joelho de pacientes submetidos à intervenção cirúrgica para a implantação de próteses de joelho.
Uma mostra de cartilagem foi colhida do mesmo paciente, e isolaram-se os condrócitos (células de cartilagem).
As células-tronco adultas têm a capacidade de se converter em células de cartilagem, osso e músculo e, com o uso desta capacidade, os pesquisadores conseguiram a conversão das células-tronco em condrócitos.
A técnica usada consistiu na abertura de pequenos buracos nas células- tronco e sua exposição ao extrato celular realizado com os condrócitos dos joelhos afetados.
Para regenerar um tecido são necessárias as células que o compõem, mas estas não podem ser distribuídas com ordem aleatória, já que se dispõem com uma determinada forma, que não é plana, mas em 3D.
Assim, os cientistas foram além e cultivaram essas células convertidas em suportes 3D, chamados "andaimes", a fim de atuar como suporte para a manutenção e a formação de tecido cartilaginoso.

FONTE: TERRA

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

AVC mata um a cada 6 segundos; saiba prevenir

A cada seis segundos uma pessoa morre em consequência de Acidente Vascular Cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame, uma doença que pode ser prevenida com hábitos de vida saudáveis, lembra a Sociedade de Cardiologia Europeia no Dia Mundial de combate ao AVC neste sábado.



"Um em cada seis" é o lema do dia convocado pela Organização Mundial da doença (World Stroke Organization, WSO na sigla em inglês), em uma dupla alusão ao fato de que uma em cada seis pessoas sofrerá um derrame cerebral na vida e à morte a cada seis segundos de um indivíduo por esta causa.
O AVC mata mais por ano do que a Aids, a malária e a tuberculose juntas, e é a segunda razão de morte em pessoas maiores de 60 anos e a quinta na faixa entre 15 e 59 anos.
As previsões indicam que a incidência de AVC seguirá crescendo, assim como as doenças coronárias e o câncer, e passará dos 6 milhões de casos anuais em 2010 para quase 8 milhões ao ano até 2030.
"Se identificados e modificados os fatores de risco há possibilidades de reduzir a incidência e a taxa de mortalidade deste mal devastador", chama a atenção o professor holandês Freek Verheugt, do hospital Onze Lieve Vrouwe Gasthuis de Amsterdã, em nota da Sociedade de Cardiologia Europeia.
Para prevenir um AVC, a WSO recomenda conhecer os fatores pessoais de risco como pressão alta, diabetes e colesterol, além fazer exercícios, combater a obesidade com dieta saudável, limitar o consumo de álcool, parar de fumar, assim como aprender a reconhecer os sinais de aviso de um derrame.
Os sintomas são: adormecimento repentino, especialmente de um lado do corpo; dificuldade para falar ou enxergar; perda de equilíbrio ou vertigem e forte enxaqueca sem causa aparente.
Segundo Verheugt, qualquer destes sintomas deve ser levado muito a sério, já que "o AVC é uma urgência médica e todo minuto ganho pode fazer diferença para a sobrevivência". "Uma perda de tempo é uma perda de função cerebral", alerta o especialista.
O derrame ocorre quando uma artéria que leva oxigênio ao cérebro é obstruída por um coágulo de sangue (derrame isquêmico) ou se rompe (derrame hemorrágico). Privadas de oxigênio e nutrientes, as células cerebrais morrem e a gravidade do AVC depende da extensão e da localização do dano produzido.
Segundo relatório publicado em 2010 com dados de 22 países, os principais fatores de risco individuais são a hipertensão (35%), a relação entre a circunferência do quadril e da cintura (26,5%) e o fumo (19%).
Verheugt ressaltou o risco para as pessoas com ritmo cardíaco irregular. A essas recomendou procurar o médico, já que os anticoagulantes podem reduzir a probabilidade de um derrame em até 70%.

FONTE: TERRA

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Dormir horas a mais ajuda a combater dores, diz estudo



Dormir mais pode ser eficaz no tratamento de dores crônicas Foto: Getty Images
Dormir mais pode ser eficaz no tratamento de dores crônicas
Foto: Getty Images


Dormir quase duas horas a mais por noite pode melhorar drasticamente o estado de alerta de uma pessoa e reduzir a sensibilidade à dor. Segundo o jornal Daily Mail, pesquisadores disseram que dormir quase 10 horas por noite - em vez das oito horas recomendadas - é mais eficaz no tratamento de dores do que tomar codeína.
 
O estudo utilizou 18 pessoas, livres de dor, que dormiram oito horas por quatro noites e quase 10 por mais quatro noites. Pesquisadores constataram que quando dormiam mais ficavam mais alertas durante o dia. Além disso, tiveram menos sensibilidade à dor. Notou-se ainda que eles conseguiam ficar com o dedo em uma fonte de calor 25% mais tempo do que quando dormiram menos. 
 
Dr. Timothy Roehrs, especialista em distúrbios do sono, disse que os resultados sugerem a importância de um sono adequado no tratamento de dor crônica. "Ficamos surpreendidos pela redução da sensibilidade à dor, comparada com a de tomar codeína."

Fonte: Terra

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Confira mitos e verdades sobre a terceira idade


Não adianta negar, todo mundo vai envelhecer. O processo, que começa perto dos 30 anos com a queda da capacidade pulmonar e cardíaca máxima e com a diminuição na produção de colágeno, é inevitável. Saiba mais sobre os mitos e verdades que acontecem com o corpo quando você alcança a casa dos 60.  
 


 Foto: Getty Images
Para envelhecer com qualidade, é essencial manter a prática de exercícios físicos e uma boa alimentação

Quando ficamos velhos, ficamos mais esquecidos
Mito. “Quando falamos de envelhecimento, temos alterações em todos os sistemas orgânicos. Do ponto de vista neurológico, existem modificações sim, porém, nem sempre elas comprometem a função cerebral do indivíduo”, explica Roberto Dischinger Miranda, geriatra e cardiologista do Instituto Longevità, de São Paulo. Algumas mudanças no estilo de vida fazem com que o idoso fique menos atento ou participativo. As pessoas mais jovens estão mais ligadas aos fatos que acontecem ao seu redor. À medida que a pessoa fica mais tranquila, tende a diminuir o poder de assimilação dos fatos. “A nossa memória está relacionada à atenção. Pelo próprio estilo de vida que levamos, implica em menor registro, menor foco de memória. Nem sempre lapsos de memória sinalizam doença”, explica o médico. Para evitar que eles apareçam, invista em atividades prazerosas para evitar que o cérebro fique acomodado. Aprender uma nova língua, um instrumento musical ou até mesmo usar o computador pode ser uma ótima maneira de estimular o funcionamento cerebral.
Quando ficamos mais velhos precisamos nos exercitar menos
Verdade. As alterações no organismo próprias do envelhecimento começam aos 30 anos e com elas vem a diminuição das capacidades pulmonar e cardíaca máximas. A repercussão dessas mudanças na vida cotidiana é pequena, porém, a queda de desempenho pode ser facilmente sentida durante os exercícios físicos. “Os exercícios devem ter uma intensidade diferente daquele praticado quando a pessoa era jovem. Mas, em qualquer idade, a atividade física é importante. E a performance ao se exercitar dependerá de cada um, é uma capacidade individual”, comenta o geriatra.
As dores são inevitáveis, principalmente as causadas pela artrite
Mito. Osteoartrose é uma das doenças mais comuns no envelhecimento e provoca dor. “Apesar das dores ocasionadas pela degeneração da cartilagem serem consideras comuns, não podemos considerá-las normais. O paciente deve ir ao médico para fazer um tratamento, fisioterapia e controlar o peso”, explica o médico.
O desejo sexual diminui com a idade
Verdade. Segundo Roberto Dischinger Miranda, o desejo sexual tende a diminuir com a idade, por ser próprio do envelhecimento humano. Nas mulheres, a menopausa faz com que a lubrificação diminua, o que causa dores durante a penetração. No homem, é comum a disfunção erétil. Porém, muitas vezes isso não impede a vida sexual do casal. É importante que os dois estejam bem com a prática, seja uma vez ao dia ou uma vez ao mês.  
Acima de 60 anos devo procurar um geriatra
Mito. O geriatra é nada menos que um médico generalista com especialização em doenças mais comuns da terceira idade. Como o processo de envelhecimento começa quando somos jovens, é possível ir ao geriatra para acompanhar o avanço da idade, de maneira preventiva. “Não há nada que impeça a pessoa de envelhecer, o importante é manter a capacidade funcional, motora, física e mental”, explica o médico.

Pessoas com mais de 60 anos sentem menos sede
Mito. A estrutura fisiológica em si não causa essa alteração. “Muitas vezes, o que acontece é que o idoso perde bastante água por um quadro de incontinência urinária ou devido aos remédios diuréticos. Com isso, eles tendem a diminuir a ingestão de água – conscientemente ou não”, diz a nutricionista especializada em gerontologia Maristela Strufaldi. O quadro pode levar à desidratação, tontura, problemas intestinais e prejudicar a pele. “Por mais que o corpo não exija, deve-se tomar a mesma quantidade de água que antes”, defende Maristela.
Os idosos sentem menos sono
Mito. Algumas teorias defendem que o que acontece na verdade é uma mudança na arquitetura do sono. “Muitas vezes, o idoso tem a sensação de que dorme menos ou de que não dormiu bem. Mas nem sempre isso é real”, comenta Miranda. Quando a atividade do corpo é menor durante o dia, é natural que as horas de sono diminuam. Porém, nem sempre é preciso tratar com medicamentos. Primeiramente, é preciso investigar as causas dessa mudança e, se possível, tratá-las.  
O paladar muda com a chegada da idade
Verdade. Assim como os outros músculos, as papilas gustativas, que ficam na língua, tendem a atrofiar. Isso influencia na percepção do paladar. “Para compensar essa perda, os idosos tendem a buscar alimentos ora muito doces, ora muito salgados”, elucida Maristela.

Os músculos desaparecem com o passar do tempo
Verdade. Segundo a nutricionista, a queda funcional do corpo faz com que aumente a quantidade de gordura, diminua a quantidade de massa magra e ocasione a queda no colágeno. O quadro, normal com o envelhecimento, acontece devido à morte celular e à atrofia muscular. O problema pode ser levemente corrigido com atividade física e alimentação balanceada.

Existem doenças consideradas normais na 3ª idade (diabetes, hipertensão)
Mito. Tudo que é considerado doença não pode ser chamado de normal. Pressão alta, diabetes, catarata são comuns, porém, jamais devem ser consideradas normais, uma vez que comprometem a vida do indivíduo. “O ideal é envelhecer com saúde e bem-estar”, completa o geriatra.