Fisiolice - Consultório de Fisioterapia

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Amor materno durante infância previne doenças na meia-idade


Adultos que tiveram uma infância marcada pelo amor materno apresentam um estado de saúde bem melhor do que aqueles que não desenvolveram uma relação íntima com as próprias mães.
A conclusão é de uma pesquisa da Universidade Brandeis, em Massachusetts (EUA), que avaliou mil adultos para medir a analogia entre pobres condições socioeconômicas e doenças como diabetes, pressão alta e ataque cardíaco.
Um segundo grupo formado por 1.200 pessoas supervisionadas nos últimos dez anos também foi considerado no acompanhamento médico.
Outros cientistas já demonstraram que crianças que crescem em áreas pobres são mais propensas a desenvolver doenças crônicas ao atingir a idade adulta.
O pessoal da Brandeis, porém, ficou intrigado com as crianças que, vivendo exatamente nessas condições, não apresentavam doença alguma na fase adulta.
"O estresse na infância pode levar a resíduos biológicos que reaparecem na meia-idade", comenta a principal autora do estudo, a professora Margie Lachman, que publicou o trabalho no jornal "Psychological Science".
O amor maternal durante a idade infantil seria uma espécie de "escudo" de proteção contra doenças a longo prazo.


quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Quando a boca cala.... o corpo fala!!!


Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico:



- O resfriado escorre quando o corpo não chora.


- A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.


- O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.

- O diabetes invade quando a solidão dói.


- O corpo engorda quando a insatisfação aperta.


- A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.


- O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.

- A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.


- As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.


- O peito aperta quando o orgulho escraviza.


- A pressão sobe quando o medo aprisiona.


- As neuroses paralisam quando a criança interna tiraniza.


- A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.


Preste atenção !





RSE   - Reequilíbrio Somatoemocional


Equilíbrio para seu corpo e sua mente! Venha conhecer um pouco mais de você!







segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Quiropraxia é melhor que remédio para dor no pescoço, diz estudo


Quiropraxia é melhor que remédio para dor no pescoço, diz estudo


Exercícios simples e alongamentos também obtiveram melhores resultados do que os remédios, porém não tanto quanto a quiropraxia.


A quiropraxia (técnica de massagem aplicada nas articulações) é mais eficaz para tratar dor de pescoço do que tomar analgésicos, anti-inflamatórios e relaxantes musculares.
A conclusão é de pesquisa feita na Northwestern Health Sciences University em Minnesota (EUA) e publicada na revista "Annals of Internal Medicine".
O estudo foi feito com 272 pessoas entre 18 e 65 anos que sofriam de dores no pescoço sem uma causa específica.
Elas foram divididas em três grupos. O primeiro realizou duas visitas semanais a um quiropraxista, o segundo utilizou medicamentos e o terceiro foi orientado a realizar exercícios e alongamentos várias vezes ao longo do dia.
Após três meses, a melhora dos sintomas foi relatada por 57% das pessoas que fizeram quiropraxia e por 48% dos que fizeram exercícios. Somente 33% dos que tomaram remédios relataram alívio da dor.
A longo prazo, o estudo também aponta maior benefício para as pessoas que utilizaram a quiropraxia ou fizeram exercícios regulares. Em cada um desses grupos, 53% dos voluntários++ apresentaram melhora após um ano.
Apenas 38% dos que usaram medicamentos sentiram que as dores diminuiram.
QUIROPRAXIA
A quiropraxia é uma técnica manual de tratamento desenvolvida nos EUA há pouco mais de um século.
Diferentemente de outros tipos de massagem, não é aplicada nos músculos, e sim nas articulações, para reposicioná-las e alivar a pressão que exercem nos grupos musculares. Para isso, é feita uma série de movimentos precisos, chamados ajustes.
Muitas vezes os ajustes produzem "estralos", mas não devem doer, explica a coordenadora do curso de quiropraxia da Universidade Anhembi Morumbi, Ana Paula Facchinato. "É como tirar a tampa de uma garrafa de champanhe".
Ela diz que o tratamento pode ser tanto sintomático (no momento em que a pessoa está tendo dor, para alívio) quanto preventivo, para evitar novas crises. A quantidade de sessões necessárias é estipulada em uma consulta de avaliação.
O tratamento não é indicado para pessoas com câncer e, em casos de osteoporose, nem todos os movimentos podem ser realizados.
O preço da consulta com um profissional da área varia de R$ 50 a R$ 250, segundo a Associação Brasileira de Quiropraxia.
Para ser reconhecido pela Federação Mundial de Quiropraxia, o professional deve ter passado por um curso de pelo menos quatro anos. No Brasil, existem aproximadamente 700 quiropraxistas que cumprem esse requisito, segundo Facchinato. Nos Estados Unidos, onde é mais popular, existem aproximadamente 60 mil quiropraxistas.


QUIROPRAXIA SEGURA SÓ COM FISIOTERAPEUTAS!  

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

FELIZ NATAL

Nos dias de hoje, o Natal é mais uma data comercial que qualquer outra coisa, as pessoas ficam desesperadas para comprar presentes, roupas, sapatos, comidas e tudo mais, ficam estressadas e na verdade acabam se esquecendo que esse é um dia de paz, tranquilidade, confraternização e fé! Se você ainda acredita no verdadeiro espírito do Natal, deixe com que ele tome conta do seu ser e traga consigo todo seu esplendor! Que o Menino Deus proteja a todos neste dia e em todos os outros dias do ano. Seja Feliz. É isso que a vida espera de você 



Feliz Natal e um 2012 cheio de realizações, saúde, paz! É o que o Consultório de Fisioterapia - Fisiolice, deseja a todos seus amigos, clientes e familiares.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

RSE e seus Desafios, por Dr.Gontran de C. Neto

Texto fantástico

Escrever com o objetivo de traduzir pensamentos nem sempre torna-se uma tarefa fácil. Escrever procurando traduzir observações de sete anos de trabalho é sinônimo de ousadia e loucura. E tentar traduzir de forma escrita observações de sete anos de trabalho em Reequilíbrio Somato Emocional é total insanidade. Portanto, me perdoem esta minha tentativa transloucada. Mas, como já dizia o poeta: “de perto ninguém é normal”. Com Reequilíbrio SomatoEmocional aprendi que de longe também não.

Verifico, com a experiência clínica, que, apesar da crescente globalização, da facilidade de acesso à informação dos mais distantes locais do planeta, de uma demanda cada vez mais exigente, o ser humano continua avesso às mudanças. Das mais simples até as mais complexas formas de pensamento e comportamento.

Observo, em meus pacientes, que 95% deles não desejam realizar mudança alguma em suas vidas. Ou melhor, buscam sim uma mudança. No “outro”. O“outro” sempre é o responsável por seus tormentos, dificuldades, conflitos. E claro, pensando desta forma, a solução para seus problemas está também no “outro”, o “outro-terapeuta”. Estas pessoas buscam o resultado do lado de fora,na “pílula-azul-milagrosa” que a Medicina oferece. Aliás, é por conta disso que a Medicina continua inabalável em nossa cultura. Ela oferece o que delaesperam. Em outro prisma, surge a Psicologia. A figura do psicólogo aparece como aquele que ouve os problemas, orientando, direcionando e os solucionando. Total transferência, contestada, mas aceita, se é que me entendem. Reequilíbrio Somato Emocional não oferece nada disto. Oferece sim, a oportunidade do ser humano se redescobrir, se tocar e se deixar tocar, entrar em contato consigo mesmo, de se investigar, se reencontrar e, a partir daí, por si só, realizar ou não as mudanças necessárias à sua vida, tendo total responsabilidade sobre seus atos e seu contexto, com livre e absoluta escolha.


Desta forma, pode-se concluir a dificuldade que encontram os 5% dos pacientes que desejam realizar mudanças em suas vidas. Muitas vezes esses pacientes conseguem atingir um nível mais elevado de consciência através do tratamento e vislumbram uma necessidade de mudança, porém falta-lhes, ainda, a coragem necessária. Para eles, é como se o “céu” estivesse inatingível naquele momento, apesar de ser este o objetivo. E o “inferno”, situação anterior devida, não lhes servisse mais. Ficam a espera no limbo de suas consciências, até que este incômodo os façam dar o próximo passo. Ou não...

Costumo fazer uma analogia para explicitar esta dificuldade de mudança. Imaginemos uma mudança de domicílio. Para realizá-la é preciso promover uma desordem dos utensílios da casa para os alocar em recipientes ou caixas para o seu transporte. Neste momento costuma-se encontrar objetos muitas vezes há muito tempo não manuseados, de difícil acesso, ou ainda que não se imaginava mais existir. Invariavelmente ocorrem questionamentos do porque de se guardar estes objetos por tanto tempo e alguns optam por não transportá-los para a nova residência. Outros, resolvem, por apego ou vínculos emocionais, continuar os mantendo consigo, mesmo que não sendo mais utilizados. Tudo encaixotado, o transporte é realizado para a nova casa. Quando as caixas são depositadas, quase sempre sem nenhuma ordem e organização dentro do novo domicílio, a pessoa depara-se com um cenário de “caos”. O desespero quase sempre é a emoção encontrada. Como arrumar toda essa bagunça? Será que consigo algum dia? Por que resolvi me mudar? São as perguntas mais freqüentes nesta hora. É preciso, neste momento, tranqüilidade, maturidade e coragem para, com tempo, sem pressa ou cobranças, ir arrumando os objetos em seus devidos lugares, fazendo novamente escolhas sobre o que serve ou não, colocando a casa ordenada, em harmonia, de acordo com as necessidades de quem ali mora.
Em nossas vidas é exatamente assim que ocorre. Nossa casa maior é nosso corpo, nossa alma. Os “objetos”, são nossos pensamentos, nossos padrões de pensamento, nossas emoções, gravadas à ferro e à fogo em nossas células. Pois tomando consciência destes “objetos” que carregamos, podemos fazer escolhas sobre o que manter ou não. Sem dúvida é um processo doloroso, se forma o “caos” interno, porém não menos estruturante. Na hora em que o paciente sente desespero, em que surgem dúvidas e conflitos, se faz necessária a figura do terapeuta. Este é um dos maiores desafios, o de estimular a coragem no paciente, dando-lhe confiança num momento tão delicado, em que a lagarta pode se transformar em borboleta, conscientizando-o do processo, lembrando sempre,que as escolhas serão sempre as dele, sem interferências. Não serão boas, nem más, serão as que ele, paciente, teve a condição de tomar.

Este não é o resumo dos anos de trabalho que possuo em ReequilíbrioSomato Emocional. Mas considero a exposição do que considero a cerne do desafio maior que é o de promover mudanças em seres humanos os quais atendo. Estimular a “alquimia terapêutica”. 


Fonte: Dr.Gontran de C. Neto

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Hoje é apenas 1º de abril para todos nós fisioterapeutas.

O dia amanhece com boas novas, quatro mil e seiscentos reais é o novo piso para fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, detalhe por 30horas semanais, estamos felizes, isso é motivo para comemorar desde que nos informássemos quem vai pagar a conta. É o Brasil e seus dilemas sonhos e desilusões, mas temos que comemorar pelo menos por ter alguém se lembrando de todos nós em algum lugar. Vejam nos serviços públicos não temos concursos há tempos, na rede privada a grande maioria das clínicas são credenciadas por planos de saúde que pagam uma miséria pelo serviço de fisioterapia que tenho ate vergonha de publicar, e ai? A cada dia acredito que minha ignorância salta a minha frente e toma maior espaço, primeiro nossos deputados abriram as torneiras e permitiu uma enxurrada de novas faculdades de fisioterapia sem planejamento, estudo de mercado. Segundo não pensaram em políticas publicas de reabilitação é só verificarmos Fortaleza, aonde fazer fisioterapia pelo SUS? E já estamos na luta pela assistência básica. Terceiro permitiram aos planos de saúde todo o poder e esses massacram os profissionais que prestam serviços a eles. Tenho até um caso a contar, outro dia fui procurado por um desses planos para credenciar meu serviço, me mandaram uma proposta, eu aceitava cobrar mais barato que a tabela defasada e que nem sei mais chamar o nome e eles me credenciavam, então fiz uma contraproposta e eles acharam um absurdo eu recusar, falaram: você sabe quantos querem receber essa proposta? NÃO, NÃO QUERO SABER. Posso dizer a todos que não quero saber mesmo, aprendi com uma das maiores cantoras de nossa MPB a Rita Lee que quando alguém te oferecer droga, diga: Não, Obrigado. Afinal educação vem de berço. Mais voltando à novidade de hoje, os fisioterapeutas vão ganhar R$ 4 600,00 reais por 30Hs semanais, quem vai mesmo pagar a conta? Pensei que já estávamos em outubro, mês de comemorar o dia dos fisioterapeuta, engano meu, hoje é apenas mais um primeiro de abril para todos nós fisioterapeutas.
“ Seja qual for a classe social, na privação ou na prosperidade, na miséria ou na opulência, o hipócrita estará sempre disposto a adular os poderosos e a enganar os humildes, usando a mentira para ambos”. José Ingenieros.
                                                                                                     Fonte: Blog Fisioterapia & Saúde